> *.-·.·´¯`·.·-.* Estrela Guia *.-·.·´¯`·.·-.*




 

NOME:Ruttyely C.da Silva Soares.

CIDADE:Moro em Goiânia-Goiás.

IDADE:21 aninhos.

ANIVERSÁRIO:24 de Dezembro.

SIGNO:Capricórnio.

GOSTO:De fazer novos amigos, de ler muito, de sair para namorar, assistir filmes com meu amor, ler coisas sobre o misticismo...

ODEIO:Falta de caráter e de amor.

PAIXÃO:Minha família, meu amor, minha vida...

FRASE:"O maior mistério do ser humano é tentar tirar da cabeça o que não se consegue tirar do coração..."

 

 



ENCANTOS PASSADOS

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- 16/08/2007 a 31/08/2007
- 01/08/2007 a 15/08/2007
- 01/07/2007 a 15/07/2007
- 16/06/2007 a 30/06/2007
- 01/06/2007 a 15/06/2007
- 16/05/2007 a 31/05/2007
- 01/05/2007 a 15/05/2007
- 16/04/2007 a 30/04/2007
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- 01/02/2007 a 15/02/2007
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PODERES MÁGICOS DAS FADAS

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A energia das fadas geram estímulos além do normal. Ela é tão intensa que confunde os sentidos e altera nossos estados de consciência. As fadas aprenderam à controlar parte das energias do Universo e por virtude de não estarem limitados por barreiras físicas, são capazes de demonstrar muitos desses poderes.

A maioria das fadas e duendes não dispõem de meios significativos de ataque ou ofensa, portanto, para auto defesa, contam com outras habilidades, as quais incluem:

1.Glamour (disfarces mundanos-formas de animais)
2.Levitação
3.Invisibilidade
4.Mudança de forma
5.Capacidade de trazer boa sorte ou azar
6.Agilidade e perícia artesanal
7.Desenvolvidos dons musicais
8.Controle sobre o tempo e fenômenos atmosféricos
9.Conhecimento dos grandes segredos da cura,energias telúricas e tesouros ocultos
10.Capacidade de induzir sono e estados alterados de consciência

UM RITUAL PARA ENCONTRAR UMA FADA

Não use luz muito forte. As fadas são selvagens, e isso poderia assustá-las
1- Feche os olhos e se concentre. Visualize uma pequena fada vindo até você.

2-  Imagine-a sobre você, batendo suas asas. Visualize que ela está cobrindo-o com sua beleza e magia. Absorva esta energia por um minuto.

3- Agradeça pela visita da fada com cortesia. Pergunte seu nome. Se a fada não o disser, termine a visita. Quando encontramos alguém no plano psíquico que não diz seu nome, é porque algo não saiu como deveria. Então, cortesmente, encerre a visita e lentamente volte, abrindo os olhos.

4- Nunca faça um acordo com uma fada. Com qualquer ser que habita o plano psíquico, esses acordos são bastante perigosos.

5- Ofereça algo que você possa deixar do lado de fora de sua casa como oferenda. pode ser algum tipo de comida, como uma maçã, ou alguma bebida. Deixe do lado de fora da casa por toda a noite.

6- Caso a fada tenha dito seu nome e o encontro prosseguido, você pode perguntar algo a ela. Depois, se despeça, diga adeus, e volte lentamente da sua visualização. Sinta como se você estivesse se desligando das energias do plano que você acabou de visitar e volte lentamente a este plano.


- Postado por: Ruth... às 08h12
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Horóscopo das Fadas

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ÁRIES

Fada: Morrigu
Características: Fada-Deusa guerreira, alta, esbelta, de cabeleira castanha e de rosto que apresenta finos traços angulosos. Foi ela quem conferiu força e valor sobrenatural a Cuchulainn, de modo que ganhou a guerra pelos Tuatha de Danann, as forças do bem e da luz e derrotou os escuros Fomorianos.
Virtudes que confere: ousadia, força e valor na luta contra contra o mal.
Ritual para obter seus favores: realizar uma oferenda de leite de vaca adicionando uma igual quantidade de farinha de cevada.
Dias propícios para invocá-la: 21, 22, 23, 24 e 25 de março.

TOURO

Fada: Licke
Características: é uma fada-cozinheira pequena e gordinha, de caráter pacífico e com sentimentos amorosos para com os seres humanos. É mencionada na Lista das Fadas de Allies.
Virtudes que confere: sendo uma fada cozinheira, é ela quem prepara a carne, oferecendo-nos os prazeres da fartura e da abundancia.
Ritual para obter seus favores: ofereça-lhe uma moeda dourada que não deve ser usada até o mês seguinte ou realize uma oferenda de carne cozida que deve ser colocada debaixo de uma árvore frondosa.
Dia propicio para invocá-la: entre o 21 e 28 de abril.

GêMEOS

Fada: Habetrot
Características: anciã de aspecto desagradivel, com nariz grande, dentes tortos, cabelo desalinhado. Possui natureza bondosa e é protetora das fiandeiras da fronteira escocesa, a quem ajuda em seu ofício.
Virtudes que confere: paciência e precisão no trabalho artesanal.
Ritual para obter seus favores: ao realizar a invocação pronunciando seu nome, a pessoa deverá sentar-se sobre uma pedra furada no centro, lugar onde habitam essas fadas.
Dia propicio para invocá-la: entre os dias 14 e 21 de Junho.

CÂNCER

Fada: Oonagh
Características: é a esposa de Finvarra, o rei das fadas ocidentais e dos mortos. Seu cabelo dourado chega até o solo e veste um traje de teia de aranha com gotas de orvalho, que brilham como diamantes.
Virtudes que confere: brilho pessoal, dignidade e confiança.
Ritual para obter seus favores: uma árvore de sabugueiro (se não for possível, faça um amuleto com essa madeira), gravar o nome da fada e em seguida pronunciar as seguintes palavras: “Ancc, dai-me um pouco de tua madeira, e eu te darei um pouco da minha quando me converter em árvore”.
Dia propicio para invocá-la: 7, 14, 21 de julho.

LEÃO

Fada: Slky Brownie
Características: é uma mulher de 90 cm de altura, que veste roupas esfarrapadas da cor parda, de rosto moreno e abundante cabeleira. Assume as responsabilidades domésticas, faz diligências e dá bons conselhos.
Virtudes que confere: torna prática as tarefas cotidianas e outorga o dom do trabalho.
Ritual para obter seus favores: ofereça pasteizinhos caseiros recobertos de mel, que deve ser deixados cuidadosamente em um lugar onde possam ser encontrados casualmente
Dia propício para invocá-la: 6, 12, 18, de agosto.

VIRGEM

Fada: Leanan Sidhe (o Espírito da Vida, a Amante Feérica)
Características: é uma fada de beleza deslumbrante; aparece toda vestida de branco e apresentando um longo e brilhante cabelo dourado.
Virtudes que confere: é protetora dos namorados, favorece os idílios e evita pequenas discórdias que atrapalham a felicidade do casal; outorga o dom da inspiração aos poetas cantores.
Ritual para obter seus favores: Invoque-a mediante a recitação dos seguintes versos: “Fada loira e dama brilhante; traga o amor que para mim foi destinado”.
Dia propicio para invocá-la: desde 3 dias antes a três dias depois da lua cheia (preferivelmente durante o mês de setembro).

LIBRA

Fada: Nimue, ou a Dama do lago
Características: ela é a fada-rainha de uma ilha de donzelas, situada no meio de um lago encantado, onde o inverno não chega nunca e ninguém conhece a dor.
Virtudes que confere: poder mágico que cura a dor, concede o dom da valentia para enfrentar a adversidade.
Ritual para obter seus favores: colocar uma taça de água clara e limpa em um local que fique a noroeste da casa; renovar a água antes que turva.
Dia propicio para invocá-la: de 16 a 24 do mês outubro.

ESCORPIÃO

Fada: Meg Mullach, Maug Moulach ou Maggie Moloch
Caracterásticas: seu nome significa “a peluda”, por seu abundante pêlo. Apresenta pele escura, rosto enrugado, não possui nariz e mede em torno de sessenta centímetros. Dirige as criadas da casa e serve as comidas como por arte de magia. É a melhor aliada na organização de festas.
Virtudes que confere: Infunde entusiasmo e animo festivo, transmite vitalidade e sabedoria popular.
Ritual para obter seus favores: falar em forma rítmica e com movimentos de dança: “A luz da lua dançamos e jogamos, com a noite começa nosso dia, enquanto segue o baile cai o rocio , dançamos todos, rapazes , ligeiros como a abelhinha, de dois em dois e de três em três: vamos lá!, vamos lá!”.
Dia propicio para invocá-la: os dias 9, 18 do mês (preferentemente em novembro).

SAGITÁRIO

Hada: Ellyllon
Características: é uma fada diminuta que se alimenta de cogumelos e da manteiga que as fadas extraem das raízes das árvores velhas.
Virtudes que confere: restitui a força e o entusiasmo pelo trabalho. Conduz ao caminho da prosperidade e afugenta a má sorte.
Ritual para obter seus favores: frite cogumelos com manteiga e coloque embaixo que qualquer árvore ao lado de uma vela verde acesa.
Dia propicio para invocá-la: 10 e 30 do mês de Dezembro.

CAPRICÓRNIO

Fada: Rainha Mab
Características: é uma linda fada diminuta que possui uma carruagem que é conduzida por insetos e é governante das fadas que fazem nascer os sonhos.
Virtude que confere: favorece todas as formas de restabelecimento e faz acelerar a realização de nossos êxitos financeiros. Transforma nossos sonhos em realidade.
Ritual para obter seus favores: Deixe em qualquer jardim um pratinho com leite e enterre 3 moedas douradas. Depois recite: "Rainha Mab, Tu que governas o mundo secreto de sonhos, ajuda-me! ... "

AQUÁRIO

Fada: Gwragged Annwn
Características: Pertence a família das donzelas do lago, é uma fada aquática bela e desejável, de longos cabelos de fios dourados.
Virtudes que confere: Beleza e sedução as mulheres, sensibilidade e segredos de medicina aos homens.
Ritual para obter seus favores: vestindo uma roupa azul, vá até a borda de um lago e deposite na beirada um saboroso pão quentinho.
Dia propicio para invocá-la: 19, 20 e 21 de fevereiro.

PEIXES

Fada: Grig
Características: do tamanho de um grilo, a alegre fada aparece vestida de verde e com um gorro cônico vermelho na cabeça.
Virtudes que confere: alegria e generosidade
Ritual para obter seus favores: se realiza uma oferenda de maçãs pequenas que se depositam nos ramos de uma árvore.
Dia propicio para invocá-la: entre o dia 21 a 25 de fevereiro.



- Postado por: Ruth... às 07h47
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 Teorias sobre a magia


Os primeiros estudos sobre magia foram elaborados pelos sábios judeus e cristãos, preocupados em relacioná-la com suas crenças, identificando-a como um vestígio de paganismo e como heresia. Durante o final do século XIX, antropólogos começaram a estudar a magia e sua influência na evolução das religiões mundiais. Os primeiros estudos antropológicos sobre a magia foram realizados por Edward Tylor, que no livro Primitive Culture (1871; Cultura primitiva) definiu magia como uma pseudociência, em que o "selvagem" incorretamente afirma uma relação direta de causa e efeito entre o ato mágico e o acontecimento desejado. Em The Golden Bough (1890; O ramo de ouro), James Frazer redefiniu as concepções de Tylor sobre o pensamento mágico, discutiu o relacionamento da magia com a religião e a ciência e situou-as num quadro evolutivo. Frazer aceitou a teoria de Tylor sobre a falsa relação de causa e efeito entre a magia e os efeitos naturais e analisou os princípios que governam essa falsa relação. Esses autores e seus seguidores, como Ranulph Marett, entenderam magia como uma questão essencialmente individual e intelectual, uma das formas como o indivíduo reflete sobre o mundo. Outros autores ampliaram a discussão e abordaram a questão do ponto de vista da função social da magia, como fizeram os sociólogos franceses Marcel Mauss e Émile Durkheim. Em Les Formes élémentaires de la vie religieuse (1912; As formas elementares da vida religiosa), Durkheim afirmou que os ritos mágicos envolvem a manipulação de objetos sagrados em nome de indivíduos. O significado socialmente coesivo dos ritos religiosos propriamente ditos não estava presente. As idéias do sociólogo francês foram seguidas por Radcliffe-Brown, autor de The Andaman Islanders (1922; Os habitantes das ilhas Andaman) e, em menor medida, por Malinowski, influenciado mais por Frazer e pelos primeiros psicanalistas. Radcliffe-Brown sustentava que a função social da magia era manifestar a importância que o acontecimento desejado reveste para a comunidade. Malinowski considerava a magia um fenômeno oposto à religião, além de direta e essencialmente relacionado às necessidades psicológicas do indivíduo. Os estudos mais recentes sobre os sistemas mágicos se fizeram tomando como objeto a magia de povos da África e da Oceania. Basearam-se essencialmente nas idéias de Malinowski e Radcliffe-Brown e no mais importante trabalho sobre o tema que surgiu depois desses autores: Witchcraft, Oracles and Magic Among the Azande (1937; Feitiçaria, oráculos e magia entre os azandes), de Edward Pritchard. Freud, autor de Totem e tabu (1918), exerceu, durante algum tempo, grande influência sobre os estudiosos do pensamento mágico com a idéia segundo a qual a magia, a primeira fase no desenvolvimento do pensamento religioso, era similar, em seus processos essenciais, ao pensamento de crianças e neuróticos. Essa concepção pressupõe que selvagens, crianças e neuróticos acreditam que desejo e intenção levam automaticamente a atingir o objetivo desejado. Essa idéia foi abandonada pelos especialistas, não só por que revela incompreensão da natureza expressiva do ritual mágico, como também porque estabelece equivocadas semelhanças de comportamento entre os grupos humanos comparados.



- Postado por: Ruth... às 14h10
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Dicionário Feiticeiro

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Antigos, ou Poderosos: aspectos das divindades, invocados como guardiões durante os rituais.
Assembléia, ou "Coven": reunião de iniciados na Wicca.
Balefire: fogueira ritualística.
Charme: objeto energizado; amuleto usado para afastar certas energias ou talismã para atraí-las.
Círculo mágico: limites de uma esfera de poder pessoal dentro da qual os iniciados realizam rituais.
Deasil: movimentos no sentido horário, que é o do sol, realizados durante o ritual, para que passem energias positivas.
Divinação: a arte de decifrar o desconhecido através do uso de cartas de tarô, cristais ou similares.
Elementos: constituintes do universo: terra, ar, fogo e água; para algumas tradições, o espírito é o quinto elemento.
Encantamento: ritual que invoca magia benéfica.
Energizar: transmitir energia pessoal para um objeto.
Esbat: celebração da lua cheia, doze ou treze vezes por ano.
Familiares: animais pelos quais um feiticeiro sente profundo apego; uma espécie de parentesco.
Força da Terra: energia das coisas naturais; manifestações visíveis da força divina.
Força divina: energia espiritual, o poder do deus e da deusa.
Instrumentos: objetos de rituais.
Invocação: prece feita durante uma reunião de feiticeiros pedindo para que os altos poderes se manifestem.
Livro das Sombras: livro no qual o feiticeiro registra encantamentos, rituais e histórias mágicas; grimório.
Magia: a arte de modificar a percepção ou a realidade por outros meios que não os físicos.
Neopagão: praticante de religião atual, como a Wicca.
Pagão: palavra latina que designa "morador do campo", membro de uma religião pré-cristã, mágica e politeísta.
Poder pessoal: o poder que mora dentro de cada um, que nasce da mesma fonte que o poder divino.
Prática, A: feitiçaria; a Antiga Religião; ver Wicca.
Sabá (Sabbat ou Sabbath): um dos oito festivais sazonais.
Tradição Wicca: denominação ou caminho da prática Wicca.
Wicca: religião natural neopagã.
Widdershins: movimento contrário ao do sol, ou anti-horário. Pode ser negativo, ou adotado para dispersar energias negativas ou desfazer o círculo mágico após um ritual.



- Postado por: Ruth... às 08h15
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A magia na História

Incluem-se entre os fenômenos mágicos uma ampla variedade de práticas e crenças rituais, que constituem o núcleo de vários sistemas religiosos, atos de exorcismo e mesmo prestidigitação com fins de entretenimento. No primeiro sentido, a magia se entende como fenômeno social e cultural, presente em todas as civilizações, em algumas das quais convive com o pensamento crítico da era científica e tecnológica. Magia é essencialmente um conjunto de representações ou atividades rituais supostamente capazes de influenciar os atos humanos ou o curso dos acontecimentos, por ação de forças místicas transcendentais. O animismo, ou seja, a convicção de que não existem diferenças essenciais entre seres animados e inanimados, costuma estar na base do pensamento mágico. As práticas mágicas incluem, assim, o uso de objetos especiais e a recitação de fórmulas mágicas. A natureza da magia, bem como sua função social e psicológica, é freqüentemente mal compreendida em virtude das múltiplas formas que ela assume e de sua relação com outros comportamentos religiosos. As incertezas decorrem em grande parte das idéias sobre evolução cultural e histórica do século XIX, que distinguem a magia de outros fenômenos religiosos e identificam-na com sociedades arcaicas e primitivas, ou como simples superstição sem significado cultural. Em virtude dessa concepção, a magia foi tida como diversa de outros ritos e crenças religiosas. Sua semelhança e conexão essencial com eles -- uma vez que tanto as religiões organizadas quanto as crenças mágicas apelam para a influência das forças místicas externas sobre a existência humana -- passaram, portanto, despercebidas. Para dificultar a compreensão da magia, disseminou-se a idéia segundo a qual os atos mágicos carecem da natureza intrinsecamente espiritual própria dos atos religiosos, pois se fundamentam muito mais na manipulação externa do que na oração e constituem, portanto, um tipo mais simples e inferior de religiosidade. Desse ponto de vista, existe uma diferença relevante entre magia e religião: enquanto esta se associa ao relacionamento entre os homens e as forças espirituais, em que o compromisso pessoal é básico, o procedimento mágico é visto principalmente como um ato técnico, em que o vínculo pessoal não é tão importante ou está ausente, embora a força que está por trás dos atos mágicos e religiosos seja a mesma. A magia é freqüentemente confundida com a feitiçaria, especialmente na história das religiões européias. Os antropólogos modernos, no entanto, distinguem entre magia, que é a manipulação de poderes externos por meios mecânicos ou comportamentais para afetar outras pessoas, e feitiçaria, qualidade inerente ao indivíduo que apresenta, no entanto, os mesmos objetivos. A adivinhação, ou capacidade de entender os agentes místicos que afetam os indivíduos e ocurso dos acontecimentos difere da magia porque seu objetivo não é interferir nos acontecimentos, mas compreendê-los. O poder místico dos adivinhos e o poder que governa as forças mágicas são, no entanto, de mesma espécie.



- Postado por: Ruth... às 07h51
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FADAS, Acredite!!

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 Desde pequenos escutamos falar em fadas. Fadas madrinhas, fadas dos bosques, varinhas de condão… Essas estorinhas antes nos faziam dormir, viajar… Mas e hoje, depois de grandes, será que ainda podemos pirar nessas lendas? Bom, lendas ou não, há muitos relatos sobre o assunto, que por sinal é levado bem a sério por alguns grupos, com notícias, jornais e tudo.

As fadas são seres da natureza, da família do elemental Ar . No ano de 1907, foi publicada na Revista "The Regular", na Inglaterra, uma foto de uma garotinha rodeada de fadas que causou muita polêmica, já que naquela época não havia muitos recursos para se fazer mutreta com imagens. Muitas pessoas tomaram isso como uma farsa, mas a foto foi mesmo aclamada como uma inegável prova da existência das fadas. Mesmo assim, pouco se sabia sobre aquela garotinha da foto. Angelica Cottington era seu nome, e ela foi por muito tempo ridicularizada por todos por causa disso.

Em sua essência, as fadas são estruturas abstratas de energia fluida, formada por condição astral, tão sensíveis quanto influenciadas pela emoção e pelos pensamentos. Em sua forma mais primitiva, pode-se percebê-las como forças pulsantes ou uma luz que irradia, com um centro brilhante na parte da cabeça ou do coração. Nas fadas mais desenvolvidas, a cabeça e os olhos são bem definidos, e sua forma pode refletir o mundo humano, animal, vegetal ou mineral. Brian Froud, que é autor de muitos livros sobre esses seres cheio de encanto, conta que por sua experiência e contato diário com elas, pode dizer que são seres irracionais, poéticos, absurdos, paradóxicos e muito, muito sábios.

Elas desvendam as dádivas da vida, da auto-cura, e da auto-transformação… mas também fazem travessuras em nossas vidas, causam rompimentos e também mudanças muito dramáticas. Brian divide as fadas em boas em más, por conveniência do conceito humano, mas isso não quer dizer que existam fadas realmente malvadas…

Na divisão de Froud, "Quempel", "Fada da Expressão" e "Boon", são algumas das que podemos chamar de fadas boas. A "Quempel" é um tipo de fada que dança para celebrar momentos especiais quando alguma coisa foi bem feita. A "Fada da Expressão" ajuda nos humores, na postura corporal e com habilidades como cozinhar, escrever, interpretar, desenhar e fazer amor. A "Boon" protege as crianças dos sonhos ruins.

Agora, você já parou para pensar porquê ás vezes suas meias estão trocadas, ou porquê a torrada sempre cai com a manteiga para baixo? As fadas más te beliscam, confundem e te deixam montinhos de cinzas, mas também dão presentes quando nos mostramos compreensíveis à sua natureza contrária.

Viu como no fundo elas também são legais? A "Fada da Desesperança", A "Glanconer", A "Fada Escorregadia" (que faz as coisas caírem da sua mão e se quebrarem e também deixa que palavras erradas escapem da sua boca, assombrando principalmente cozinhas e lojas de cerâmicas e vidros), são exemplos de fadas não muito boazinhas…

Para ver uma fada, existem alguns truques… Fazer uma infusão com tomiho selvagem (mas ele deve ser colhido perto do pé de uma montanha, que é onde as fadas gostam de estar) é uma alternativa boa, mas não é recomendável trazer essa planta para dentro de casa, assim como todas as flores que as fadas gostam. Primaveras também são eficientes, elas te dão um pozinho único, fazem o invisível visível… E comê-las é uma maneira certeira de ver fadas. Tocar a pedra de uma fada com o número correto de primaveras arrumadinhas num buquê, pode abrir portas para o mundo das fadas, mas o número errado de flores abre as portas da perdição…

Para quebrar o encanto de uma fada má, você pode usar erva-de-São-João, que é também uma planta que cura e protege. O trevo de quatro folhas quebra também qualquer encanto delas. Fadas também gostam de rodear árvores. Suas preferidas são o amieiro, o abrunheiro, a aveleira e o carvalho. Cuidado com estas árvores… Repare quando estiver passando por uma delas!! O caminho de um conto de fadas dá nas sombras da nossa imaginação, nas profundezas do nosso inconsciente… Pirar é preciso…

Acredite!



- Postado por: Ruth... às 15h45
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Blog Cinco Estrelas

Selo para Prêmio Blog 5 Estrelas

Fui indicada pela minha amiga Deise http://deise.santana.zip.net  

para participar do concurso e confesso que fiquei muito feliz com a indicação, a realizadora deste concurso

é a querida Elza, vocês poderão ver  as explicações e todo o regulamento no site dela que está no seguinte endereço: http://npramim.blogspot.com

O resultado será no dia 31 de Agosto e como consta no regulamento eu terei que indicar outros cinco blogs e a escolha é sempre muito difícil, mas, por fim, veja o resultado:

http://vantunes.zip.net

http://vivianecardoso.zip.net

http://reinoencantado.blogger.com.br

http://v-ribeiro.zip.net

http://anjosencantos.zip.net

 



- Postado por: Ruth... às 11h05
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AS FADAS QUE PROTEGEM O LAR

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Ban-tee: estas palavras têm o significado literal de dona de casa. As fadas Ban-tee podem ser encontradas a vigiar as crianças e os pequenos animais de estimação. Dizia-se na antiguidade que executavam todas as tarefas das mães quando estas estavam demasiado cansadas ou enquanto dormiam. Nessa altura eram elas que protegiam as crianças, evitando que corressem qualquer tipo de risco. A fada Ban-tee adora morangos frescos, cremes doces e tudo o que pede em troca destas guloseimas é que a deixem vigiar o lar.

Brownie: de origem escocesa, tem um aspecto físico pouco feminino, a pele escura e aparece sempre vestida de verde, azul ou castanho, com uma pequena capa sobre os ombros. Procura um ser humano que aceite os seus préstimos e dedica-se a ele para toda a vida. Mas para que isso aconteça a pessoa tem de ser humilde, simpática e meiga. É esta fada que pode afastar de casa todos os maus espíritos. Procura sempre uma casa quente, mas não admite a existência de gatos. Adora receber como presentes leite, mel e pequenos objectos feitos em madeira.

Gan-cahn-ock: de origem irlandesa tem os olhos rasgados e as orelhas bicudas. Distingue-se por ser muito pequena e por ter um sorriso maquiavélico. Tem umas asas minúsculas que podem aparecer e desaparecer e adora pregar partidas aos seres humanos, principalmente aos jovens. Gosta de estar em locais quentes, de receber leite com açúcar e quando se dedica a um lar específico, protege-o de roubos e incêndios.

Tomtra: do sexo masculino, aparece sempre com uma capa verde e um fato castanho, cor de terra. É de origem finlandesa e adopta uma casa onde permanece a tempo inteiro, mas para que isso aconteça tem de se sentir recompensada. Caso não existam contrapartidas, pode tornar-se vingativa, acabando com toda a boa sorte do lar. Deve receber doces, geleia e mel puro em pequenas tigelas de vidro.



- Postado por: Ruth... às 07h48
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Wicca_ A Magia natural.



A magia natural é direta e objetiva. Apesar de tudo o que possa ter ouvido, a magia não é algo sobrenatural, não natural ou mesmo alienígena. Ela está em nossos próprios quintais, em nossas casas; na própria essência de nossos seres. As forças da Natureza dão poderes à magia – e não aos demônios ou anjos caídos.
Um dos maiores mistérios da magia é que não há mistérios. Pelo contrário, eles estão constantemente se revelando ao nosso redor. O estudo de um simples botão de rosa, de uma folha de grama ou do sopro do vento por meio das folhas de uma árvore revelará tanto quanto, senão mais, sobre a verdadeira natureza da magia do que uma centena de empoeirados tomos renascentistas.
A Natureza é o universo em si. Não apenas seus poderes, mas também suas manifestações. Algumas dessas manifestações, como os espelhos, são artificialmente produzidas, mas estão ligadas e conectadas aos poderes da Natureza por intermédio de seu simbolismo.
Em nossa era cada vez mais automatizada, muitas pessoas se encontram isoladas do planeta que sustenta e mantém nossas próprias vidas. A verdadeira dependência que temos da Terra está esquecida. Muitos estão rompendo suas conexões com a Terra. Como resultado, este é um período de grande agitação, tanto nos planos individuais como no global.
A magia da Terra pode ajudar a descobrir, trabalhar e resolver muitas das pequenas crises e problemas que nos afligem atualmente enquanto indivíduos. Certamente não é uma solução simples para os problemas do mundo, mais pode trazer ordem a nossas vidas, e isso já é um bom começo.
Segundo o pensamento da magia, o corpo humano é o “microcosmo” (pequena representação) da Terra, que seria o “macrocosmo”. A Terra é também o microcosmo do Universo. Em outras palavras, somos representações da essência do planeta e, por conseqüência, do Universo. Assim sendo, ao mudarmos a nós mesmos, mudamos a Terra e o Universo.
A magia é útil quando traz tais mudanças a nossas vidas e, dessa forma, à própria Terra. Tais mudanças devem ser positivas. Aqui não possui nenhuma magia maligna ou negativa, pois já há muita negatividade neste mundo.
O objetivo de toda magia, trilhas ocultas e religiões místicas é a perfeição do ser. Embora isto possa não ser obtido em uma vida, é perfeitamente possível que melhoremos a nós mesmos. Este ato singular já faz com que a Terra se torne muito mais saudável.
Se praticar qualquer magia a seguir, seja ao desenhar um coração na areia, contemplar um espelho para antever o futuro, seja para atar um nó para auxiliar um amigo com problemas, tenha em mente os mais elevados aspectos de seus trabalhos. Você está melhorando o mundo e ajudando a curá-lo das terríveis mazelas que sofreu por nossas mãos.
É isso que torna o praticante da magia natural verdadeiramente divino.

Pronunciando Magia:
A magia é a utilização das forças da Natureza para acarretar as mudanças necessárias.
Para atrair, intensificar e direcionar essas energias, o mago utiliza alguns instrumentos. Podem ser itens preciosos como adagas incrustadas com pedras preciosas e reluzentes incensários de prata, ou objetos naturais, como gravetos e pedras. Os instrumentos necessários aqui são os naturais. Pedras, árvores, rios, folhas e plantas formam o rol de instrumentos da magia natural, juntamente a alguns itens “comprados em lojas”, como espelhos, velas e linhas.
A manipulação desses instrumentos, em conjunto com a necessidade premente, é normalmente o bastante para trabalhar a magia, pra que alguns poderes da Natureza se ativem e tragam as mudanças necessárias. A magia é enganosamente simples e incrivelmente fácil. Obviamente, enterrar uma pedra no solo, segurar uma folha ou desenhar uma figura num automóvel, por si só, não acarreta nada.
Somente quando tais gestos são executados num estado de carga emocional é que as mudanças são forjadas e a magia realmente acontece. Para que a magia efetivamente aconteça, três fatores deve estar presentes: a necessidade, a emoção e o conhecimento
A necessidade é simples. Você acorda numa manhã com uma terrível dor de cabeça da qual não consegue se livrar. Ou pode ser que precise de cem dólares até o final mês. Um amigo pode estar em busca de um novo amor. Em todos esses casos, há uma necessidade.
A necessidade não deve ser confundida com o desejo. Os desejos costumam ser passageiros, o que desejamos esta manhã pode ser suplantado por outro desejo na manhã seguinte. Um desejo é um capricho; já uma necessidade é um estado importante, de sentimentos profundos, que nos consome.




- Postado por: Ruth... às 14h30
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MÃOS DE FADAS

As fadas, muitas vezes, usam seus poderes para premiar os bons e castigar os maus. Mas, no que diz respeito ao caráter, se parecem muito com os seres humanos, e tanto podem ser más como boas. As más são frívolas, perversas, comprazendo-se em trazer perturbações para o homem. As boas mostram-se gentis, amigas e dispostas a colaborar com as pessoas com quem simpatizam. Em tempos imemoriais, porém, as fadas eram consideradas extremamente perigosas.

Na tradição não cristã, aplica-se o nome fada a todos os espíritos da natureza, incluindo enorme variedade de seres dos mais variados tipos e aspectos.

Em nossos contos de fadas, essas personagens, depuradas pelo cristianismo, aparecem com uma única e bem definida forma: são mulheres brancas, de feições finas, cabelos louros que caem em cascatas sobre seus ombros. Vestem vestidos belíssimos, bordados de ouro e de prata. Na cabeça usam chapéus em forma de cone, muito semelhantes aos da bruxa, o que acentua, naturalmente, o parentesco entre elas. Nas mãos trazem uma pequena vara (varinha de condão), com a qual executam as suas magias. A presença da varinha de condão é outra analogia entre as fadas e as bruxas, pois os feiticeiros também costumam usar certos tipos de varas, cajados etc. As fadas possuem extrema habilidade nos trabalhos manuais; daí a expressão para designar uma mulher muito hábil em trabalhos femininos: fulana tem mãos de fada.

As fadas dos cantos de encantamento são, em geral, muito boas, prestimosas, amigas dos homens e muitas vezes aceitam ser madrinhas das crianças comuns. As crianças amadrinhadas pelas fadas crescem acompanhadas por elas, que as auxiliam nos momentos difíceis de suas vidas. É interessante notar que, se as fadas aceitam ser madrinhas de uma criança, esse batizado não se faz nas igrejas. Isto porque a tradição cristã reconhece o caráter pagão desses seres, o que os torna incompatíveis com os cerimoniais da religião cristã.

Assim, são fadas: seres da natureza, brincalhões ou malévolos, mulheres maravilhosas, idealizações do feminino positivo mas, antes de qualquer coisa, mitos. É esta dimensão mitológica que as torna tão arraigadas na mente humana e persistentes nas tradições dos mais diversos povos. Desse modo, não é de se estranhar, portanto, que os contos de fada, apesar de sua antigüidade, continuem a resistir e a se impor como um tipo de narrativa sempre contada.

No cinema e nas histórias em quadrinhos, os contos de fadas retornam com novas energias e novo vigor, como uma fênix que renascesse das próprias cinzas. Este fato deve-se aos elementos arquetípicos presentes nos contos maravilhosos, elementos esses fundamente entranhados no inconsciente coletivo, parte essencial da bagagem psíquica do homem em sua viagem pelo planeta Terra. As fadas, os príncipes encantados, as bruxas, as terras maravilhosas, os reis, os gigantes são morfemas míticos básicos para a existência do homem, este animal criador de símbolos, de sonhos, de mitos e de ilusões.


- Postado por: Ruth... às 07h55
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FADA MADRINHA DO MÊS DE AGOSTO 

FADA DA LUZ: TWINKLE

 

Onde quer que exista luz à noite, essas fadas dançam em torno de seu mágico círculo luminoso ao som da música das estrelas.Desde que o homem passou a caminhar sobre a terra, as estrelas falam com eles, sempre revelando o caminho a seguir. Os seres humanos sempre tiveram grande consideração com elas, atribuindo-lhes oráculos para o seu destino e nomeando-as. As vezes, no entanto, não compreendem que os seres humanos levantem seu olhar até o céu em busca de uma resposta...

MENSAGEM: "Meu trabalho consiste em iluminar teu caminho quando a escuridão, que as vezes aparece de forma inesperada, te obriga e deter-te...Já esqueceu que, se levantares os olhos, podes vislumbrar a tênue e resplandecente claridade das estrelas? A estrela que está escondida na infinidade do céu de teu coração sussurra a resposta à tua pergunta...Por isso não deves temer ao vazio, pois ele é um local no qual, de vez em quando, se encerra tua alma para meditar e preparar-se para...dar o passo seguinte.



- Postado por: Ruth... às 08h34
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SOBRE AS FADAS

As Fadas são Anjos? Sim, de certa forma. Elas, por seus méritos, moram nos mais lindos contos infantis, em nossos sonhos e, mais tarde, quando atingimos uma compreensão mais clara, enfim, quando adquirimos alguma Iluminação, elas começam a fazer parte da nossa realidade; e à medida que vamos crescendo interiormente, esta certeza, isto é, a certeza de sua presença cresce e amadurece em nós, muito nos ajudando a partir desta conscientização.

Se as Fadas Não tivessem tanta importância, por que ficariam en nosso inconsciente coletivo? A palavra Fada traz, em si, Poder, Carisma, Bondade, Beleza, Ternura... tudo de encantador e de encantamento no seu melhor sentido.

As Fadas são seres que se transformam em sentimentos, em dons e em energias... ternura, alegria, saúde, coragem, beleza, bondade... Criam coisas já existentes, ao menos em essência, no Grande Universo.

Todos temos e somos Luas, Deusas, Fadas... Assim como procuramos saber o nome do nosso Anjo, deveríamos procurar o nome da Fada que nos inspira, protege... Pense com carinho, respeito, acreditando que o nome dela virá ao seu cérebro, à sua emoção e à sua Alma. As Fadas gostam de ficar nos jardins, porque adoram as flores. Ficam nos bosques, nos pomares; mas bosques, florestas, montanhas e jardins são os lugares de sua preferência, jardins, em especial. As Fadas sabem, assim como os demais Duendes, que são cocriadores. Apenas o Homem pensa que Cria, que, portanto, é Criador.

As Fadas também nos ensinam banhos, perfumes, chás... Também se faz rituais, simpatias, magias e preces para elas (e por que não?).

Fada é um nível de evolução, um caminhar em todas as dimensões, buscando sempre a dimensão superior; é um estado psicológico; é distribuir sonhos, ideais; construir realidades mais sensatas, mais sólidas, mais fraternas...

As luas trazem luzes e brilhos para as Fadas, e estas, por seus dons, bordam véus, magias e encantamentos para as luas e lhes oferecem ainda, como agradecimento, filtros mágicos, banhos de amor, licores de sedução, enfim, trocam sortilégios, jóias, delicadezas!

Em 1916, duas crianças inglesas viram e conversaram com as Fadas. Brincavam com elas e ouviam suas histórias, seus ensinamentos... Este fato foi amplamente divulgado pela Imprensa na ocasião. Depois as crianças ficaram com medo e nunca mais quiseram falar sobre o assunto porque foram alvo de críticas, de zombarias. Só em 1980 o assunto voltou aos meios de comunicação, porque professores, psicólogos e analistas passaram a utilizar os "Contos de Fadas" como terapia e também como recurso para educar e reeducar. A Imprensa, em especial e a tv, procuraram entrevistar uma das crianças, já com oitenta anos que, não tendo mais medo, reafirmou tudo que dissera há tanto tempo. Falou das brincadeiras, das histórias... de tudo de que se lembrava.

Segundo algumas correntes esotérico-espiritualistas, há três classes de seres não humanos perfeitamente generosos e inteligentes, trabalhando de maneira efetiva e amorosa pelo progresso da Nossa Humanidade (Da Terra). Extradimensionais, Essências e Ajudantes, eis os seres.

As Fadas gostam de frutas, de flores, de água fresca e de muitas coisas mais. Há rituais específicos para três, sete e treze Fadas e um ritual para todas as Fadas. Os banhos das Fadas são feitos com flores e sucos de frutas. Gostam de dar e de receber presentes.



- Postado por: Ruth... às 08h25
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PODERES MÁGICOS DAS FADAS

A energia das fadas geram estímulos além do normal. Ela é tão intensa que confunde os sentidos e altera nossos estados de consciência. As fadas aprenderam à controlar parte das energias do Universo e por virtude de não estarem limitados por barreiras físicas, são capazes de demonstrar muitos desses poderes.

A maioria das fadas e duendes não dispõem de meios significativos de ataque ou ofensa, portanto, para auto defesa, contam com outras habilidades, as quais incluem:

1. Glamour (disfarces mundanos-formas de animais)
2. Levitação
3. Invisibilidade
4. Mudança de forma
5. Capacidade de trazer boa sorte ou azar
6. Agilidade e perícia artesanal
7. Desenvolvidos dons musicais
8. Controle sobre o tempo e fenômenos atmosféricos
9. Conhecimento dos grandes segredos da cura,energias telúricas e tesouros ocultos
10. Capacidade de induzir sono e estados alterados de consciência

UM RITUAL PARA ENCONTRAR UMA FADA

Não use luz muito forte. As fadas são selvagens, e isso poderia assustá-las
1- Feche os olhos e se concentre. Visualize uma pequena fada vindo até você.

2-Imagine-a sobre você, batendo suas asas. Visualize que ela está cobrindo-o com sua beleza e magia. Absorva esta energia por um minuto.

3- Agradeça pela visita da fada com cortesia. Pergunte seu nome. Se a fada não o disser, termine a visita. Quando encontramos alguém no plano psíquico que não diz seu nome, é porque algo não saiu como deveria. Então, cortesmente, encerre a visita e lentamente volte, abrindo os olhos.

4-Nunca faça um acordo com uma fada. Com qualquer ser que habita o plano psíquico, esses acordos são bastante perigosos.

5-Ofereça algo que você possa deixar do lado de fora de sua casa como oferenda. pode ser algum tipo de comida, como uma maçã, ou alguma bebida. Deixe do lado de fora da casa por toda a noite.

6-Caso a fada tenha dito seu nome e o encontro prosseguido, você pode perguntar algo a ela. Depois, se despeça, diga adeus, e volte lentamente da sua visualização. Sinta como se você estivesse se desligando das energias do plano que você acabou de visitar e volte lentamente a este plano.
 


- Postado por: Ruth... às 08h00
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A ALDEIA DOS DUENDES

O clarividente Geoffrey Hodson em seu livro "O Reino dos Devas e dos Espíritos da Natureza", nos dá uma idéia que como realmente é uma aldeia de duendes em uma densa floresta de carvalhos, aveleiras e algumas faias: "Na encosta escarpada de um dos penhascos da costa ocidental de Thirlmere, existe uma grande colônia de duendes; vivem logo abaixo o nível do solo, mas passam o tempo tanto acima como abaixo da superfície. Avisto um certo número de casinhas minúsculas logo abaixo da superfície da colina. O seu formato é absolutamente perfeito e em sua maioria são de madeira e cobertas com palha, apresentando janelas e portas. Espalham-se irregularmente pela encosta da colina. Entre elas, em meio às raízes e rocas que as circundam, pode-se ver inúmeras figuras de duendes. O que se segue é uma tentativa de descrever um deles, escolhido ao acaso. Não ultrapassando mais de treze centímetros de altura, ele parece um velhinho, levando na cabeça um chapéu marrom talhado como uma touca de dormir e usando uma vestimenta também marrom, que consiste de um calção folgado, que os duendes parecem geralmente adotar, meias e botas. Seu rosto é coberto por uma barba acinzentada e transmite uma expressão de rusticidade antiga. Não se pode deixar de observar que eles simulam uma vida doméstica, muito embora eu não visse nenhuma figura feminina nessa aldeia de duendes. Os duendes literalmente fervilham por essa encosta da colina e diferem muito pouco entre si quanto à aparência ou à inteligência. Parecem estar apenas "evoluindo" por aqui. Eles se diferenciam de todos os outros duendes que vi anteriormente pelo fato de não parecerem trabalhar em sintonia com qualquer processo da Natureza; embora venerem as árvores, não parecem em absoluto servi-las. Um deles aproxima-se de mim agora e, guardando uma distância de dois ou três metros à minha direita, passa a se "exibir", com gestos extravagantes e humor simplório. É muito mais magro que os outros duendes que aparentam o aspecto de velhos, e dele se desprende uma sensação de "cor", um pouco de vermelho sobre o chapéu (que é cônico, com a ponta pendendo ligeiramente para atrás) e um pouco de verde em seu costume marrom. É com dificuldade que posso identificá-lo como um duende, pois seus pés acabam por se reduzir a um ponto, seus membros inferiores são mais finos e alongados e suas mãos grandes demais para o resto do corpo. Apóia a mão esquerda na cintura e com a direita aponta na direção da floresta, como se orgulhosamente exibisse as maravilhas do lugar: a esse orgulho acrescenta-se uma boa dose de presunção e de vaidades infantis. Seu rosto é bem barbeado e avermelhado, os olhos são pequenos, o nariz e o queixo pronunciados, a boca, já bastante larga, alarga-se mais para um arreganho. Seus gestos e a sua postura são surpreendentes, pois é tamanha a flexibilidade de seu corpo que ele pode dobrar-se e estirar-se em quase todas as posições. Não consigo fazer com que ele se aproxime um pouquinho mais, pois de imediato começa a demonstrar apreensão. Parece inquieto, mas não, suponho, verdadeiramente atemorizado. A "aura" humana é dissonante para ele, e ao contato provavelmente perderia o equilíbrio. Por outro lado, constato como é etérea e frágil sua constituição, que possui menos consistência do que uma lufada de ar; não obstante, suas formas são claras e perfeitamente delineadas e todos os detalhes absolutamente nítidos. Voltando novamente a minha atenção para a comunidade dos duendes e esforçando-me para apreender alguns detalhes de sua vida, certas peculiaridades se destacam. Por exemplo, uma tentativa de observar o interior de suas moradas revelou, para a minha surpresa, que elas não possuíam nada dentro, pois quando alguém passava pela porta, não havia nada lá! A fachada exterior é absolutamente perfeita e muito pitoresca, mas o interior é mais do que escuridão. Na verdade, a ilusão de uma casa desaparece inteiramente quando a consciência dirige a atenção para o seu interior. Algumas linhas finas e ondulantes de magnetismo são tudo o que se pode ver. Os duendes, ao passarem pela porta, abandonam as suas formas de duendes e mergulham para o fundo da terra num estado relativamente uniforme. Todos parecem se julgar atarefados, precipitando-se pelo recinto com ares de seriedade, para mim, entretanto, tudo não passa de puro faz-de-conta. Parece não haver muita comunicação entre eles, sendo todos excessivamente auto-suficientes. As casas não pertencem a nenhum indivíduo ou grupo, qualquer membro da colônia pode utilizá-las, limitando-se essa "utilização" meramente a passar para dentro e para fora através da porta. Certamente, eles sentem alguma satisfação em contemplar o exterior dessas casas. Entre os pertences desses duendes, não vejo nenhuma das ferramentas de trabalho, embornais ou aventais que notei em outras ocasiões. Parecem ser menos inteligentes e evoluídos, mas centrados em si mesmos e muito mais desprovidos de finalidade em sua existência do que quaisquer outros duendes com os quais já me deparei." O que Geoffrey Hodson descreve é uma descoberta de uma aldeia de duendes que nunca anteriormente tinha visto. O que posso acrescentar é que os duendes, assim como as fadas, podem se apresentar sob diversas formas, pois eles só são visíveis à nível ETÉREO (um estado mais sutil que o gasoso). A matéria que os forma é tão sensível e fluídica que pode ser moldada por coisas tão tênues como o pensamento e o sentimento. Desse modo, a forma se determina imitando os elementos das plantas e dos animais, ou utilizando um molde tradicional; ou bem interceptando as modalidades do subconsciente humano. Assim, a aparência de todos os seres feéricos refletirá a freqüência de idéias preconcebidas que deles tenhamos. Portanto, não é anormal que suas formas sejam numerosas e variadas, porém se baseiam em uma diminuta figura humana que sempre possuem algum defeito, um traço ou membro exagerado.



- Postado por: Ruth... às 08h24
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AINE, A DEUSA DAS FADAS


 
Aine é uma deusa primária da Irlanda, soberana da terra e do sol, associada ao Sostício de Verão, que sobreviveu na forma de uma Fada Rainha. Seu nome significa: prazer, alegria, esplendor. Ela é irmã gêmea de Grian, a Rainha dos Elfos e era também considerada um dos aspectos da Deusa Mãe dos celtas Ana, Anu, Danu ou Don. Juntas Grian e Aine, alternavam-se como Deusas do Sol Crescente e Minguante da Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício.

Os pagãos acreditam que na entrada do Solstício de Verão, todos os Povos pequenos vêm a Terra em grande quantidade, pois é um período de equilíbrio entre Luz e Trevas. Se estiver em paz com eles, acredita-se que, ao ficar de pé no centro de um anel-das-fadas é possível vê-los. É um período excelente para fazer amizade com as fadas e outros seres do gênero.

Rainha dos reinos encantados e mulher do Lado, ela é a Deusa do amor, da fertilidade e do desejo. É filha de Dannann, e esposa e algumas vezes filha de Manannan Mac Liir, e mãe de Earl Gerald. Como feiticeira poderosa, seus símbolos mágicos são "A égua vermelha", plantações férteis, o gado e o ganso selvagem.

Existem duas colinas, perto de Lough Gur, consagradas à Deusa, onde ainda hoje ocorrem ritos em honra a fada Aine. Uma, a três milhas a sudoeste, é chamada Knockaine, em homenagem a esta deusa. Nessa colina possui uma pedra que dá inspiração poética a seus devotos meritórios e a loucura à aqueles que são por Ela rejeitados.

Esta é uma Deusa-Fada que segundo a tradição celta ajudava os viajantes perdidos nos bosques irlandeses. Diziam que para chamá-la bastava bater três vezes no tronco de uma árvore com flores brancas. Sempre que se sentir "perdido", faça o mesmo, chame por Aine batendo três vezes no tronco de uma árvore de flores brancas. Ela não vai tardar em ajudar.

Segundo uma, entre tantas lendas, conta-se que estava Aine sentada nas margens do rio Camog, em Lough Gur, penteando seus longos cabelos loiros, quando Gerold, o Conde de Desmond, a viu e fortemente atraído por ela, roubou-lhe o manto. Só o devolveu quando ela concordou em casar-se com ele. Desta união nasceu Earl Gerald, "O Mago". Após o nascimento do menino, impuseram ao Conde Desmond, um tabu que lhe negava expressar surpresa a qualquer coisa que o filho fizesse. Entretanto, quebrou tal tabu, exclamando alto quando viu o filho entrando e saindo de um frasco.

Gerald imediatamente transformou-se em um ganso selvagem e voou alto pelo rio Lough, em direção à ilha Garrod, encontrando repouso em seu castelo encantado. Raivosa com seu marido, pois ele tinha desrespeitado as regras estabelecidas, Aine dirigiu-se para colina de Knockaine, transformando-se em um cisne. Dizem que é lá que ainda reside em seu Castelo de Fadas. Já Gerald, vive abaixo das águas de um lago e acredita-se que um dia voltará para expulsar estrangeiros mal feitores da Irlanda. Outros dizem que de sete em sete anos ele emerge das águas como um fantasma montado em um cavalo branco.

Há lendas que contam que Aine tinha o poder de se transformar tanto em um cisne branco quanto em uma égua vermelha de nome Lair Derg, e que ninguém conseguia alcançá-la. Se acreditava também, que na noite do Solstício de Verão, moças virgens, que pernoitassem na colina de Knocknaine, poderiam ver a Rainha das Fadas com toda a sua comitiva. O mundo das fadas só se tornava visível pelos portais mágicos, chamados anéis de fada, que eram indicados pela própria Aine.

Uma outra lenda faz referência a Aine como sendo uma mortal que foi transformada em fada. Três dias no ano são dedicados à ela. Seria a primeira sexta-feira, sábado e domingo após o dia de Lammas. É neste dias que ela reivindicaria seu retorno como mortal.

Nós podemos ver em Aine o aspecto triplo da Deusa. Como Deusa Donzela, apresenta a habilidade de recompensar seus devotos com o presente da inspiração poética. Como Deusa Mãe, está associada aos lagos e poços sagrados, cujos mananciais possuem poderes curativos. O simbolismo relacionado com a Deusa Mãe foi esquecido quase por completo, desde que começaram a ser realizados os ritos cristãos nas igrejas, mas o ato de invocação da vida nunca enfraqueceu. Já como Deusa Obscura, Aine aparecia para os homens mortais como uma mulher sábia de rara beleza, qualificada como "sidhe leannan", ou seja, uma amante-fada fatal. Sidh para os irlandeses, representa o estado intermediário entre um mundo e o seguinte. Os habitantes de Sidh são todos sobrenaturais e eram dificilmente visíveis, devido às impurezas do mundo. Dizia-se que estes seres podiam ser de dois tipos: os altos e brilhantes e os baços iluminados a partir do interior. Com o advento do cristianismo, estes seres se degradaram em todos os sentidos, tornando-se fadas, duendes e representações malignas do folclore, que viviam num estado intermediário. Contudo, seu fundamento psicológico nunca se perdeu e os terrores dos contos de fadas e fantasmas conservam os restos do culto religioso.

Acredita-se que a amante-fada fatal ainda hoje é encontrada e quando escolhe um homem mortal, este está fadado à morte certa, pois esta é a única maneira viável para que os dois possam ficar juntos e concretizar este grande amor. Foi desta lenda que Graham extraiu algumas de suas idéias da natureza de seus vampiros e escreveu o famoso livro do "Conde Drácula".



- Postado por: Ruth... às 08h42
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